segunda-feira, 8 de junho de 2015

Avidez Feminina

Quero poder sair na rua
E ser bem tratada
E não assediada
Não quero ser rotulada
E sim respeitada


Não quero que gritem
‘’Olha esses peitos’’
Quero que clamem
Pelos meus direitos

Quero que os homens
Deixem-me trabalhar
E parem de me discriminar
Meu sexo não é frágil
Meu sexo é ágil

Quero igualdade
E não superioridade
Quero ter voz
E quero ter vez
Sei enfrentar a dor
Sei desistir do amor
Quero me sentir bem
Com as roupas e os padrões
Que me convêm
Sem ter minha imagem denegrida
Pelas mesmas que são oprimidas
Thamires Luana C.


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