Com uma folha em branco e uma caneta na mão,
procuro aqueles traços que serviam de inspiração
e a única coisa que
encontro é aquele vazio que
restou de um sentimento
que agora não passa de
esquecimento.
Saio um pouco da minha solidão para dar espaço a
imaginação e a única
coisa que encontro é impossibilidade
de escrever com uma mente vazia.
Olho para o porta-retratos e o que sinto
é como se fosse um grito no vácuo.
Sem inspiração e com um vazio no coração,
largo a caneta e volto para a minha solidão.
Thamires Luana C.
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