terça-feira, 31 de março de 2015

Evolução, é a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.
Hoje, tive a oportunidade de fazer um trabalho sobre os ‘’INCAS’’ me deparei com o seguinte trecho:

‘’Homens casavam aos vinte anos e mulheres aos dezesseis. Eles mesmos escolhiam com quem casar e ao realizarem a cerimônia recebiam terras para morar.
Aos 10 anos as mulheres passavam por uma seleção. As mais inteligentes e bonitas, sendo da etnia dos Incas, eram escolhidas e mandadas para Cuzco. Lá eram educadas por mulheres mais velhas. Algumas se tornavam esposas do imperador ou de quem ele indicasse, outras permaneciam virgens para participar do culto solar. Estas se empregavam em fiar e tecer.’’


A mulher, sempre foi considerada como o outro pelo homem e não como o semelhante. Percebe-se que durante a evolução, a mulher sempre foi um ser oprimido ao machismo, era um ser destinado à procriação, ao lar, para agradar o outro. No século XX, o movimento feminista se espalhou pelo mundo com manifestações como: queima de sutiãs em praça pública e libertação da mulher com a criação da pílula. Multiplicaram-se as palavras de ordem: “Nosso corpo nos pertence!” “O privado também é político!” “Diferentes, mas não desiguais!”. Simone de Beauvoir, escritora francesa e feminista foi uma das referências para a construção da história do pensamento feminista do século XX. O ponto fundamental de seu trabalho é o de que as mulheres não tinham história, assim como poderiam avançar nas conquistas do espaço público e sentir orgulho de si próprias, sua obra(Le Deuxième Sexe/ O Segundo Sexo) serviu de apoio e alerta ao movimento feminista. Para a filosofa, não se nasce mulher, torna-se mulher. A partir de tal posição, suas seguidoras, militantes feministas, nos anos sessenta irão fortalecer-se na sociedade.
As mulheres, não querem ocupar o ‘’lugar’’ dos homens, até porque o lugar é de todos e não apenas de uma parte que sempre foi vista como um ‘’todo’’, Simone, fez e escreveu a sua parte na evolução, deixou um livro para suas seguidoras e todas as mulheres que lutam pela igualdade social, continuarem escrevendo até que um dia todas tenham a sua imagem reconhecida de maneira justa no mundo.
Thamires Luana.